O encantado - Há certas normas que aqui não podem serem violadas, princesa. E encantar é uma delas, isso faz parte do meu mundo. Mas aqui todos os nossos movimentos e diálogos um dia serão testemunhados, por todas tribos. Estais ciente disto?
A princesa – Estou!
O encantado - E Não te sentis intimidada com isso?
A princesa - Pelo contrário. Assim vamos por em duvida a originalidade dessa propotencia encantadora que tem o jovem encantado e todos que se espelham em vossa imperiosa alteza. Todos ficaram sabendo que os encantados não são invulneráveis aos nossos encantos fora do período de acasalamento, que fora desse período podem reviver os prazeres mais ardentes, e quem sabe até acasalar.
O encantado – Então vamos em frente, princesa. É pra isso que estou aqui, é por isso que sou lider. E para começar quero que vá até a outra margem do espelho. Que já já me encontro com você para vê até onde vai as vossas certezas.
A princesa se afasta, caminhando pela beira do espelho.
A Amiga – (Nervosa) Não vá mergulhar nessas nas águas, princesa!
A princesa – (falando para amiga) Não se preocupe Uau-lú. E você, por favor me espere aqui. E tome cuidado com ele!
O encantado – Não precisa ter cuidados, princesa. Não faço mal a um mosquito.
A princesa – (sorrindo) Na certa, por que são muito pequenos para cavalga-los, majestoso.
A princesa segue, e o jovem líder convida a jovem Uau-lú para senta-se a beira do espelho d'gua.
O encantado – (Se aproximando de Uau-lú) Me parece um pouco tensa! O que te preocupa?
A Amiga – Eu realmente não sei. Não conhecemos este lugar. E Isso que a princesa está fazendo, não está me perecendo certo. Nos só viemos dá um passeio desse lado do rio.
O encantado – Já teve contato com algum encantado?
A Amiga – Já conheci alguns de vocês. E voce não me parece estranho.
O encantado - O que achas dos encantados?
A amiga - Gosto do romantismo de vocês; das poesias oportunas, desse dom de nos fazer sonhar acordadas. Mas sempre evitei ter certos prazeres com vocês.
O encantado – Que prazeres?
A amiga – Tu sabes do que estou falando.
O encantado – Não! eu não sei. Mas falas como se esses prazeres fossem algo desprezível.
A amiga – Existem coisas mais interessantes que eles, mejestoso.
O encantado – Então diga-me que prazeres são esses para que eu posso evitar de procura-los enquanto estiver na tua companhia.
A amiga – Oh! quanta educação! Não te faças de bobo! Tu sabes as quais prazeres me refiro.
O encantado – Não a nada de errado em ter prazer, Uau-lú. Ter prazer é bom! Não concordas comigo?
A amiga – Mas é bom evitar certos prazeres, majestoso!
O encantado – Não há nada de errado em certo prazeres Uau-lú. São certas crenças que faz vê-los assim. O que dar Prazer, é, e sempre será prazeroso, independente das crenças que os reprimam. Censura-los não mudam nada, Uau-lú. O que dar prazer, será sempre um prazer; prazeroso!
A amiga - Esta querendo confundir minha cabeça. Majestoso?
O encantado – Não minha criança encantada! Mas vamos observa vossa princesa. Veja! Ela não sabe, mas antes de alcançar o outro lado do espelho, vai tocar o vestido nas águas do rio dos sonhos espelhados. Ai vamos vê um pouco do que ela gostaria de realizar e me mostrar como mulher.
A amiga - Tem um certo cinismo na tua fala, Ou é impressão minha?
O encantado - (sorrindo desconversando) Vamos observar nossa princesa, Uau-lú.
O vestido da princesa toca a água do espelho fazendo surgi uma nuvem de fumaça que envolve a princesa. (efeitos sonoros)Flashes de luzes, e a princesa desaparece.
A amiga – Minha nossa! O que está acontecendo? O que aconteceu com a princesa?
O encantado – Calma, está tudo bem.
A amiga – Para onde foi a princesa?
O encantado – Tenha calma, ela volta já.
Depois de alguns instante a princesa ressurgi com movimentos provocantes, vestida como a mais bela e sedutora das nativas amazonas. Entorno dela, variadas peças de roupas vão surgindo e desaparecendo em meio a nuvem. Entre as peças se destaca uma toalha brilhante, que gira suavemente, soltando brilhos.
A amiga – Princesa, que roupas são essas? Isso não são trajes para se apresentar diante de quem não tens intimidades.
O encantado – Ela não te escutar.
A amiga – Minha mãe das águas!! Você a encantou!
O encantado – Não. Isto é o corpo sensivel dos desejos dela condensado, manifestantando a imagem verdadeira dos comportamentos sensuais mais intimos que ela reprime.
A amiga – Está não é a princesa!? Você tá brincando?
O encantado – Não estou. Bom ! É a princesa, e não é ao mesmo tempo.
A amiga – Você está confundindo minha cabeça. Você a encantou!
O encantado - Não Uau-lú! Ela já estava encantada quando veio até aqui. Estamos num ambiente especial, mas fique despreocupada, ela não corre nem um risco.
A amiga - Ela já estava encantada quando veio pra cá!?
O encantado - E você também.
A amiga - Eu também? como assim?
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
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